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Quais efeitos colaterais esperar do Ansitec e quando buscar ajuda

O Ansitec é um medicamento indicado para quem enfrenta sintomas de ansiedade, tensão constante ou preocupações que interferem na rotina.

Por Redação Sara
26/11/2025 Atualizado há cerca de 2 meses
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Quais efeitos colaterais esperar do Ansitec e quando buscar ajuda

Seu princípio ativo é o cloridrato de buspirona, uma substância que atua diretamente nos mecanismos cerebrais ligados ao controle emocional, ajudando a restabelecer o equilíbrio entre mente e corpo.

Diferente de calmantes tradicionais, o Ansitec não provoca dependência nem sedação intensa. Sua ação é gradual e constante, permitindo que você sinta alívio de forma natural, à medida que o organismo se adapta ao tratamento.

Essa característica faz dele uma opção segura para quem precisa reduzir a ansiedade sem perder o foco ou a disposição para o dia a dia. Por isso, saber para que serve o Ansitec, como ele age no organismo e quais são suas contraindicações te ajuda a usar o remédio de forma consciente, prevenindo riscos e proporcionando bons seus resultados.

O que é Ansitec e para que serve?

O Ansitec é um ansiolítico que tem como principal função controlar sintomas de ansiedade e tensão emocional sem causar sonolência profunda. 

Ele pertence ao grupo de medicamentos chamados de ansiolíticos não benzodiazepínicos, e sua substância ativa, o cloridrato de buspirona, age regulando o equilíbrio entre serotonina e dopamina — neurotransmissores responsáveis por regular o humor, o comportamento e a sensação de calma.

Na prática, o medicamento ajuda a reduzir a inquietação mental e física, diminuindo o excesso de preocupação e melhorando o controle emocional. Diferente dos calmantes mais potentes, ele permite que você mantenha suas atividades diárias com mais tranquilidade.

Como o Ansitec age no organismo?

No organismo, o Ansitec atua diretamente nos receptores cerebrais de serotonina, substância responsável por regular o humor e o bem-estar. Ao equilibrar essa atividade, o medicamento reduz o excesso de estímulos relacionados à ansiedade e cria um efeito de calma progressiva. 

Essa forma de ação é diferente da maioria dos calmantes, porque não envolve os receptores do ácido gama-aminobutírico (GABA) — responsáveis pela sedação e pela dependência associada a alguns ansiolíticos.

Com o uso contínuo, o Ansitec ajuda o cérebro a responder de forma mais estável a situações de estresse. Ele também influencia de forma leve a dopamina, neurotransmissor ligado à motivação e à concentração, o que favorece um estado emocional mais equilibrado sem comprometer o raciocínio ou a energia diária.

Efeitos colaterais do Ansitec

O Ansitec costuma ser bem tolerado, mas é natural que o corpo leve um tempo para se adaptar ao início do tratamento. 

Apesar disso, ele apresenta tanto efeitos comuns, como raros, veja:

Efeitos mais comuns

Os efeitos colaterais do Ansitec mais relatados são: tontura, dor de cabeça e enjoo leve. Essas reações aparecem porque o remédio age em áreas do cérebro ligadas à ansiedade e ao equilíbrio químico dos neurotransmissores. 

A tontura é uma das primeiras sensações a surgir, especialmente nas doses iniciais, mas tende a desaparecer com o uso contínuo. Em caso de dor de cabeça, costuma ser um efeito colateral do Ansitec passageiro e está relacionada à adaptação do sistema nervoso ao novo padrão de funcionamento. Já o enjoo pode surgir nas primeiras tomadas, mas melhora quando o medicamento é ingerido junto às refeições.

Muitas pessoas também relatam uma leve sensação de sonolência ou relaxamento nas primeiras semanas. Isso acontece porque o Ansitec causa sono em alguns casos, mas sem provocar sedação intensa como outros calmantes.

Reações menos comuns

Em algumas situações, podem aparecer sintomas como insônia, agitação, palpitação ou desconforto no estômago. Elas são menos frequentes e geralmente indicam que a dose precisa ser ajustada. 

A insônia, por exemplo, pode surgir quando o remédio é tomado em horários muito próximos da noite, e a agitação pode ser uma resposta temporária até que o organismo encontre o equilíbrio ideal. 

Caso perceba qualquer alteração que esteja incomodando, o melhor caminho é conversar com o médico para ajustar o tratamento com segurança.

Efeitos mais raros e sinais de alerta

Há também reações mais raras, como mudanças repentinas de humor, irritabilidade intensa, coceira na pele ou inchaço nos lábios.

Essas situações não são comuns, mas exigem atenção imediata, especialmente se vierem acompanhadas de dificuldade para respirar ou sensação de fraqueza. Embora a maioria das pessoas se adapte bem, cada corpo reage de um jeito — e é por isso que manter o acompanhamento médico é fundamental.

De toda forma, os efeitos adversos do Ansitec costumam ser leves e temporários, desaparecendo à medida que o tratamento avança. Se surgir alguma dúvida, a bula digital do Ansitec pode te ajudar a entender melhor o que esperar de cada fase do tratamento e quando procurar ajuda profissional.

Outras dúvidas sobre os efeitos do Ansitec:

Mesmo conhecendo os principais efeitos colaterais do Ansitec, é comum que você ainda fique com dúvidas. Por isso, tire algumas delas a seguir:

O Ansitec pode piorar a ansiedade?

Em algumas pessoas, especialmente nas primeiras semanas de uso, o Ansitec pode causar um leve aumento da ansiedade antes que o organismo se adapte completamente à medicação. 

Lembre-se de que o Ansitec e a ansiedade estão diretamente relacionados: embora o medicamento seja usado para aliviar o transtorno, ele precisa de tempo para agir de forma plena. A melhora costuma surgir entre uma e quatro semanas, com progressos perceptíveis na qualidade do sono, na redução das preocupações e na sensação de tranquilidade diária.

O Ansitec acalma?

Sim. O Ansitec é um ansiolítico que acalma sem causar sedação intensa ou sonolência profunda. 

Sua ação é gradual e está centrada no equilíbrio dos neurotransmissores que regulam o humor, permitindo que o cérebro responda de forma mais estável a situações estressantes. Essa diferença o torna uma alternativa segura e eficaz a outros medicamentos calmantes, especialmente para quem precisa manter concentração e produtividade ao longo do dia.

Quem não deve usar Ansitec?

O Ansitec não é indicado para pacientes com alergia ao cloridrato de buspirona ou a qualquer um dos componentes da fórmula devem evitar o medicamento. Da mesma forma, ele é contraindicado para gestantes, mulheres que estão amamentando e pessoas com distúrbios hepáticos graves, já que o fígado é o principal responsável pela metabolização da substância.

Outro ponto importante é o risco de interação medicamentosa: o Ansitec não deve ser usado junto com antidepressivos da classe dos inibidores da monoamina oxidase (IMAOs), pois a combinação pode causar reações sérias, como elevação da pressão arterial ou crises de ansiedade intensa. 

Quem utiliza outros remédios controlados ou faz uso de álcool regularmente também precisa de avaliação médica rigorosa antes de iniciar o tratamento.

Mesmo sendo considerado um calmante Ansitec seguro, o uso sem orientação médica pode trazer riscos à saúde. Apenas o profissional habilitado consegue ajustar a dose ideal, avaliar contraindicações do Ansitec e monitorar possíveis reações adversas, garantindo que o tratamento seja eficaz e livre de complicações.

Cuidados durante o tratamento

Você deve manter, principalmente, 3 cuidados durante o tratamento:

  1. Evitar o consumo de álcool e de qualquer substância que possa alterar o sistema nervoso;
  2. Seguir rigorosamente os horários e doses prescritas;
  3. Nunca interromper o uso de forma repentina, mesmo que você se sinta melhor.

Esses cuidados são a melhor forma de garantir que o Ansitec e ansiedade mantenham uma relação segura e eficaz. O álcool, por exemplo, pode potencializar os efeitos colaterais do Ansitec, como sonolência, tontura e lentidão nos reflexos, além de prejudicar a eficácia do tratamento.

Saiba mais: Efeitos Colaterais: Como Identificar e Lidar com Eles 

Respeitar os horários e doses recomendadas é outra forma de proteger sua saúde. Tomar o medicamento de forma irregular pode comprometer o equilíbrio químico cerebral e prolongar o tempo necessário para sentir os benefícios do tratamento. Da mesma forma, suspender o uso por conta própria pode causar desconfortos físicos e emocionais, já que o organismo precisa de tempo para se readaptar.

Quando procurar ajuda médica?

Você deve procurar atendimento médico se notar sintomas como palpitação intensa, tontura constante, confusão mental, erupções na pele, tremores ou alterações de humor significativas. 

Da mesma forma, qualquer sensação de piora da ansiedade ou da insônia nas primeiras semanas de uso deve ser comunicada ao profissional que prescreveu o medicamento.

É importante lembrar que os efeitos adversos do Ansitec geralmente são leves, mas a resposta de cada pessoa é única. Por isso, manter contato com o médico é essencial para ajustar a dose, trocar o medicamento se necessário e evitar complicações. 

Se você tiver dúvidas sobre o uso do Ansitec, efeitos colaterais ou tempo de ação, consulte sempre a bula digital disponível na Sara. Lá você encontra informações detalhadas e atualizadas sobre o medicamento, além de orientações confiáveis para um uso mais consciente.

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