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Menstruação e ciclo menstrual: o que é esperado e quando o corpo pede atenção

A menstruação faz parte do ciclo menstrual e costuma ser um dos primeiros sinais de como o corpo está respondendo às variações hormonais ao longo do mês.

Por Redação Sara
20/02/2026 Atualizado há cerca de 2 horas
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imagem de absorventes e petalas de rosa, simulando menstruação.

Para muitas pessoas, a menstruação acontece de forma previsível, com duração e intensidade semelhantes a cada ciclo. Para outras, pode vir acompanhada de sintomas menstruais que variam em intensidade ou apresentar mudanças que geram dúvida sobre o que é esperado e o que merece atenção.

Cólica, inchaço, sensibilidade nas mamas e alterações de humor são manifestações comuns nesse período e, na maioria das vezes, fazem parte da adaptação do organismo às oscilações dos hormônios femininos. Ainda assim, nem toda dor intensa, sangramento fora do padrão ou irregularidade deve ser encarada como algo normal. 

Observar a menstruação ao longo do tempo ajuda a perceber padrões e mudanças. Alterações pontuais podem acontecer por estresse, mudanças de rotina ou variações naturais do ciclo. 

Leia também: TPM x TDPM: como diferenciar e quando se preocupar 

O que é menstruação?

A menstruação é o sangramento que ocorre quando o endométrio — camada interna do útero — é eliminado ao final de um ciclo menstrual em que não houve gravidez.

Esse processo é resultado direto das oscilações dos hormônios femininos, especialmente estrogênio e progesterona, e faz parte do funcionamento natural do sistema reprodutor. 

Como funciona o ciclo menstrual e suas quatro fases?

O ciclo menstrual é um conjunto de mudanças hormonais que prepara o corpo para uma possível gestação e, quando isso não ocorre, culmina na menstruação. Ele é contado a partir do primeiro dia do sangramento menstrual e pode variar em duração de pessoa para pessoa, mantendo, ainda assim, uma sequência de fases bem definida.

A fase menstrual corresponde ao período do sangramento, quando o endométrio é eliminado. Em seguida, a fase folicular é marcada pela elevação do estrogênio e pela preparação de um óvulo para liberação. 

Já a ovulação ocorre quando esse óvulo é liberado, representando o momento de maior fertilidade do ciclo. Por fim, a fase lútea é caracterizada pelo aumento da progesterona, que prepara o útero para uma possível gravidez; caso ela não aconteça, os níveis hormonais caem e um novo ciclo se inicia.

Leia mais: Período fértil: sintomas e sinais mais comuns no corpo 

Qual a duração da menstruação considerada normal?

A duração da menstruação considerada normal costuma variar entre 3 e 7 dias, embora pequenas diferenças possam ocorrer de pessoa para pessoa sem que isso represente um problema de saúde. Esse intervalo reflete o tempo necessário para que o endométrio seja eliminado após a queda dos hormônios femininos no final do ciclo menstrual. 

O que merece atenção não é apenas o número de dias, mas a mudança no padrão habitual: uma menstruação que passa a durar muito mais ou muito menos do que o costume, de forma recorrente, pode indicar alterações no ciclo que merecem observação.

Veja: Como Identificar e Tratar Sintomas de TPM 

O que pode alterar o fluxo menstrual normal?

Fatores como estresse, mudanças na rotina, variações de peso e alterações no padrão de sono podem interferir temporariamente no equilíbrio dos hormônios, refletindo na quantidade de sangue eliminada durante a menstruação.

Além deles, o uso de medicamentos, métodos contraceptivos hormonais e condições específicas do útero também podem modificar o fluxo, tornando-o mais intenso ou mais leve. 

Não deixe de ler: Perído menstrual: entenda como funciona 

Sintomas da menstruação

Os sintomas da menstruação estão relacionados às variações dos hormônios femininos ao longo do ciclo menstrual e podem se manifestar de maneira diferente em cada pessoa. 

Em geral, esses sinais surgem nos dias que antecedem ou acompanham o sangramento e tendem a diminuir conforme o organismo se ajusta às mudanças hormonais desse período. Entre os sintomas mais frequentes estão 4:

  1. cólica menstrual, causada pela contração do útero;
  2. dor pélvica ou sensação de peso no baixo ventre;
  3. inchaço abdominal e retenção de líquidos;
  4. alterações de humor, como irritabilidade ou sensibilidade emocional.

Após essa fase inicial, muitos desses sintomas se atenuam espontaneamente. Ainda assim, quando a cólica menstrual é intensa a ponto de limitar atividades diárias, quando a dor pélvica persiste por vários dias ou quando os sintomas emocionais afetam de forma significativa o bem-estar, é importante observar o padrão ao longo dos ciclos. 

Mantenha sempre a atenção: a recorrência ou a piora progressiva dos sintomas pode indicar que o corpo está reagindo a algo além das oscilações esperadas do ciclo.

O que pode causar menstruação atrasada?

Em muitos casos, o atraso menstrual está relacionado a alterações temporárias do equilíbrio hormonal, provocadas por estresse, mudanças bruscas de rotina, variações de peso ou privação de sono. Nessas situações, o organismo pode levar mais tempo para completar o ciclo, adiando a descamação do endométrio.

Ele também pode estar associado ao uso ou à interrupção de medicamentos hormonais, como anticoncepcionais, ou a fases específicas da vida reprodutiva. Quando a menstruação volta ao padrão habitual nos ciclos seguintes, o atraso isolado tende a não representar um problema clínico.

Quando a menstruação irregular merece atenção?

Diferente de um atraso pontual, a irregularidade persistente pode indicar que o ciclo menstrual não está se organizando de forma adequada, o que pode ter impacto direto na saúde ginecológica.

Sinais como ausência de menstruação por vários meses, ciclos muito curtos ou sangramentos fora do período esperado justificam investigação, especialmente quando vêm acompanhados de outros sintomas menstruais, como dor intensa ou alterações significativas no fluxo.

Fluxo intenso: quando deixa de ser normal?

O fluxo menstrual intenso deixa de ser considerado normal quando o volume de sangramento passa a interferir na rotina ou exige trocas muito frequentes de absorventes ao longo do dia. 

A presença recorrente de coágulos grandes, o sangramento prolongado ou a sensação constante de cansaço durante a menstruação também podem indicar perda excessiva de sangue. Nesses casos, o fluxo intenso não deve ser encarado apenas como uma variação do ciclo e você deve procurar ajuda médica para tratá-lo. 

Menstruação e adenomiose

A adenomiose, que acontece quando o tecido semelhante ao endométrio passa a crescer no interior da musculatura do útero. 

Ela é uma alteração que pode tornar o útero mais sensível e menos eficiente em suas contrações, o que explica sintomas como cólica menstrual intensa, fluxo menstrual aumentado e sensação de peso ou pressão na região pélvica. 

Quem tem adenomiose atrasa a menstruação?

Quem tem adenomiose pode apresentar alterações no padrão do ciclo menstrual, mas o atraso da menstruação não é o sintoma mais característico dessa condição. O mais comum é que ocorram ciclos com fluxo intenso, sangramentos prolongados ou dor acentuada, mesmo quando a menstruação acontece dentro do intervalo esperado. 

Uso de medicamentos durante a menstruação

O uso de medicamentos na menstruação é comum para aliviar sintomas como cólica menstrual, dor pélvica ou desconfortos associados ao período. No entanto, é importante observar como esses medicamentos são utilizados e se eles estão apenas mascarando sintomas que se repetem ciclo após ciclo. 

Respeitar a dosagem, o intervalo de uso e as orientações da bula contribui para um uso mais seguro dos remédios, inclusive quando se trata de genéricos ou Medicamentos Isentos de Prescrição (MIPs). 

Quando a menstruação pode indicar um problema de saúde?

A menstruação pode sinalizar um problema de saúde quando as alterações deixam de ser pontuais e passam a se repetir ou a interferir de forma significativa na rotina.

Sangramentos muito intensos por vários ciclos, dor incapacitante que não melhora com medidas habituais ou mudanças bruscas no padrão do ciclo menstrual merecem atenção, especialmente quando surgem sem uma causa aparente.

Outro ponto de alerta é a associação de sintomas. 

Cólica menstrual muito forte acompanhada de fluxo menstrual intenso, cansaço excessivo, tontura ou sangramentos fora do período esperado não deve ser normalizada. Da mesma forma, a ausência de menstruação por longos períodos, sem relação com gravidez, uso de contraceptivos ou fases específicas da vida reprodutiva, indica a necessidade de avaliação.

A menstruação faz parte da rotina de muitas pessoas, mas isso não significa que tudo o que acontece durante o ciclo deva ser simplesmente tolerado ou ignorado. 

Observar o próprio corpo, reconhecer padrões e perceber quando algo muda é uma forma prática de cuidado com a saúde ginecológica. 

Nesse processo, a informação confiável faz diferença. Conhecer melhor os medicamentos, saber quando um remédio é realmente indicado, respeitar a dosagem e entender os cuidados mesmo com genéricos ou MIPs (Medicamentos Isentos de Prescrição) contribui para um uso mais seguro.

As bulas digitais da Sara reúnem essas orientações de forma acessível, apoiando decisões mais informadas na farmácia e no cuidado contínuo com a saúde e o bem-estar ao longo do ciclo menstrual.

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