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Entenda o que é endometriose e seus impactos na saúde da mulher

A endometriose impacta profundamente a saúde da mulher, provocando dor pélvica crônica, cólicas menstruais intensas e dificuldades para engravidar. Além dos sintomas físicos, pode gerar sofrimento emocional, ansiedade e depressão. Essa combinação compromete a qualidade de vida, relações sociais, vida sexual e produtividade, exigindo acompanhamento médico contínuo e apoio multidisciplinar.

Por Redação Sara
24/07/2025 Atualizado há 6 meses
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Entenda o que é endometriose e seus impactos na saúde da mulher

A endometriose é uma condição que afeta milhões de mulheres em todo o mundo, acarretando diversos desafios que vão muito além da dor física. 

Apesar de relativamente comum, ela é pouco compreendida por grande parte da população, fazendo com que muitas mulheres convivam com sintomas importantes, sem receber o diagnóstico ou tratamento adequado. 

Neste texto, você vai entender o que é a endometriose, como ela surge, quais são os fatores de risco e sintomas mais frequentes, além de conhecer as opções de tratamento disponíveis e os impactos físicos e emocionais dessa doença.

O que é endometriose e como afeta o corpo da mulher?

Endometriose é uma doença crônica que afeta mulheres em idade reprodutiva e ocorre quando o endométrio, tecido que reveste o interior do útero, cresce em outras áreas do corpo. 

Ele pode crescer nos ovários, trompas de Falópio, na bexiga e, em raros casos, pode alcançar os pulmões. Durante o período menstrual, este tecido também sangra, causando inflamação, dor e formação de tecido cicatricial.

Causas mais prováveis e fatores de risco

As causas exatas da endometriose ainda são desconhecidas. No entanto, existem algumas teorias que tentam explicar o desenvolvimento dessa condição. 

Entre as teorias mais aceitas estão a menstruação retrógrada e a metaplasia celômica, além de possíveis fatores genéticos e imunológicos que podem contribuir para o desenvolvimento da doença.

Entre os fatores de risco mais conhecidos para a doença, podemos citar:

  • Menarca precoce (primeira menstruação em idade jovem);
  • Ciclos menstruais curtos (menor 27 dias);
  • Fluxo menstrual intenso ou prolongado (maior que 7 dias);
  • Nuliparidade (nunca ter engravidado);
  • Malformações uterinas ou anomalias que dificultam o escoamento menstrual;
  • Histórico familiar de endometriose profunda (mãe, irmãs);
  • Alterações imunológicas que favoreçam a implantação de tecido endometrial fora do útero;
  • Baixo índice de massa corporal (IMC);
  • Exposição prolongada ao estrogênio (como menopausa tardia);
  • Consumo elevado de álcool;
  • Pouca atividade física.

Principais sintomas

Entre os principais sintomas da endometriose, podemos citar:

  • Dor pélvica crônica;
  • Dismenorreia (dor menstrual intensa);
  • Dor durante a relação sexual;
  • Dificuldade para engravidar;
  • Sangramento menstrual irregular;
  • Dor ao urinar ou evacuar.

Como é feito o diagnóstico?

Se você apresentar qualquer um dos sintomas mencionados, é importante procurar um médico especializado em ginecologia. 

Por meio de exames como ultrassom transvaginal e ressonância magnética pélvica, o profissional poderá investigar a presença da doença. Em alguns casos, pode ser necessário realizar uma laparoscopia para a confirmação do diagnóstico.

Opções de tratamento para endometriose

As opções de tratamento giram em torno da medicação, cirurgia para casos mais graves e o acompanhamento médico contínuo da mulher. Veja como funciona cada um deles, a seguir:

Medicamentos

O tratamento medicamentoso tem como principal objetivo controlar a dor e reduzir o crescimento dos focos da inflamação pélvica. 

As opções mais usadas incluem anticoncepcionais hormonais combinados, que diminuem o fluxo menstrual.

Também podem ser usados progestagênios, que ajudam a atrofiar o endométrio ectópico, e análogos do GnRH, que induzem uma menopausa temporária, reduzindo os sintomas. 

Além disso, os anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) podem ser indicados para aliviar a dor pélvica e cólicas menstruais. 

O uso desses medicamentos deve ser individualizado, conforme a resposta clínica e os efeitos colaterais.

Cirurgia

A intervenção cirúrgica costuma ser recomendada em casos de dor intensa que não melhora com medicamentos, infertilidade relacionada ou suspeita de comprometimento de órgãos como intestino, bexiga ou ureteres. 

O procedimento mais frequente é a videolaparoscopia, que visualiza e remove os focos da doença, cistos ovarianos e aderências, preservando, sempre que possível, a fertilidade da paciente. 

Em casos mais graves, pode ser necessário realizar cirurgias maiores, como histerectomia (remoção do útero) com ou sem retirada dos ovários.

Continue lendo: Período fértil: sintomas e como identificar? 

Acompanhamento

A endometriose é uma condição crônica, e por isso o acompanhamento médico regular é fundamental, mesmo após a melhora dos sintomas. 

O acompanhamento permite monitorar a evolução da doença, ajustar o tratamento, conforme necessidade, e avaliar possíveis efeitos colaterais dos medicamentos. 

Além disso, pode incluir orientações sobre hábitos de vida saudáveis, apoio psicológico e acompanhamento multidisciplinar para melhorar a qualidade de vida da paciente.

Impactos físicos e emocionais da endometriose

A endometriose provoca diversos impactos físicos que podem comprometer significativamente a qualidade de vida. 

A dor pélvica crônica é um dos sintomas mais comuns, surgindo antes ou durante a menstruação, durante relações sexuais ou constantemente. 

Além disso, a doença pode causar cólicas menstruais incapacitantes, dor ao evacuar ou urinar, cansaço frequente e dificuldade para engravidar, limitando nas atividades diárias, no trabalho e no convívio social.

No aspecto emocional, lidar com uma doença crônica, dolorosa, que pode afetar a fertilidade gera grande desgaste psicológico e muitas mulheres relatam sentimentos de angústia, frustração e insegurança em relação ao futuro, com sintomas de ansiedade e depressão. 

O medo da dor, o impacto na vida sexual e a falta de compreensão de quem está ao redor também contribuem para o sofrimento emocional, tornando essencial o apoio psicológico e um acompanhamento multidisciplinar na adesão do tratamento.

Quando procurar ajuda médica?

É importante buscar atendimento médico sempre que a dor pélvica ou menstrual for intensa, persistente ou estiver interferindo nas atividades diárias e qualidade de vida. 

Outros sinais que indicam a necessidade de avaliação incluem dor durante ou após relações sexuais, dificuldade para engravidar, dor ao urinar ou evacuar, e sangramentos irregulares. 

Como a bula digital da Sara pode auxiliar no uso seguro de medicamentos

A bula digital da Sara é uma ferramenta prática e acessível que oferece informações detalhadas sobre os medicamentos, facilitando o uso correto e seguro pelos pacientes. 

Por meio dela, é possível consultar dosagens, indicações, contraindicações, possíveis efeitos colaterais e interações com outros remédios ou alimentos.

Sabemos que a endometriose é uma doença crônica que pode comprometer significativamente a saúde física, emocional e social da mulher. 

Por isso, o diagnóstico precoce e o tratamento adequado são fundamentais para aliviar os sintomas, preservar a fertilidade e melhorar a qualidade de vida. 

Buscar informação confiável e acompanhamento médico regular faz toda a diferença, e os recursos como a bula digital da Sara também podem auxiliar no uso seguro de medicamentos, oferecendo mais autonomia e segurança no dia a dia do tratamento.

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